CAMPO DA INTENÇÃO

 

Todos queremos coisas, o tempo todo. Pode ser um carro novo, uma casa, roupa, fazer cursos, dinheiro, saúde, afeto, reconhecimento.

O tempo todo temos alguma meta, um objetivo que buscamos alcançar. E daí surge, naturalmente, inúmeras técnicas, sugestões, simpatias e magias de como alcança-las.

O que ouvimos muito, é sobre o poder da mente. O desejo focado, a determinação sem conflito na meta para alcança-la. Repetir palavras, escrever o desejo e colocar em pontos estratégicos da casa ou trabalho.

Só uma coisa, ficou novamente esquecida: a separação.

Nos colocamos separados do que pretendemos atingir e separados da fonte que prove nosso desejo. Existe o “eu” e em outra categoria distante o “outro”. O “eu” e “o que eu quero”.

O que tenho aprendido e vivido nos últimos anos, demostra que nada está de fato separado e que existe uma fonte que prove o que precisamos. O Imanifesto, ou energia Primordial que permeia tudo o que existe, o Universo inteiro, está em nós também.

A Física o chama de Campo de Infinitas Possibilidades. Importa o nome? A ação seria diferente?

Temos o potencial de conseguirmos tudo que precisarmos. É inerente a nós, ou seja, esta energia que está em todo lugar, está em nós também. Sendo assim, porque então, a maior parte do tempo não alcançamos o que buscamos? Ou conseguimos em parte?

Uma visualização, que me veio, gostaria de compartilhar aqui, porque talvez os inspire também.

É como se estivéssemos sentados em uma cadeira, daquelas que ficam penduradas em aparelhos em um parque de diversões. Somos uma expressão materializada de uma energia maior que na analogia seria o aparelho que sustenta a nossa e outras cadeirinhas. E imagine que este aparelho tem o potencial de nos prover de absolutamente tudo o que precisamos!

Imagine que a conexão da cadeirinha com o aparelho é feita por vários cabos. O aparelho só dá sustentação a certos tipos de conexão através dos cabos, então, quando você sente e se identifica com um estado de raiva, um cabo se rompe. Medo, e lá se via outro. Mágoa, rancor, piedade, tristeza, visão focada no problema, no feio no miserável, e lá se vão os cabos.

Até que, a cadeirinha, se desprende do aparelho e, portanto, não tem mais sustentação, nem provimento. Ou se não se desprendeu totalmente, a linha de abastecimento fica comprometida.

Não adianta julgar o aparelho. A lei da gravidade, por exemplo, não é culpada se alguém se atira do alto de um prédio e morre. A lei é o que é, a falta de compreensão dela ou seu mal-uso é que nos infligem dor.

Com os campos mentais e emocionais em desequilíbrio, sequer sabemos o que queremos ou o que é melhor para nós. Então, porque não deixar o aparelho agir por si só e nos guiar?

Como eu sei que o aparelho funciona?

Contemple a barriga de uma mulher gestando uma nova vida. Contemple uma flor, uma fruta, uma arvore. Contemple a vida que o cerca. Contemple o fluxo das aguas e do ar no planeta. Contemple a incrível harmonia cósmica entre planetas, estrelas e galáxias.

Contemple-se no espelho!

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